Fita Cassete : Ultima mídia social

Fita Cassete , de música a jogos 

Esta é a imagem da última mídia social ! muita gente não a conhece, estou me referindo desta eGarotada que nasceram em 1990 acima,  mas quando ela foi aposentada, no fim dos anos 90, ainda era bastante confortável para se gravar qualquer coisa, de música a jogos de computador, isto mesmo !

 

Outra mídia interessante e fácil de assmilar era a fita de vídeo cassete (VHS), um pouco maior, já tinha mais capacidade e poderia se gravar filmes sem dificuldades , ainda podemos ver algumas em antigas locadoras (se ainda não fecharam as portas).

Eu vivi esta época,c omecei com o boom da informãtica nos anos 80, então psoso criticar o rumo que as coisas tomaram, e o rumo é sinistro ! 

 

Todo mundo podia gravar facilmente uma música na fita cassete, ou um video da tv no video cassete, era simples, bastava inserir a “fita” e pressionar “REC”, a tecla vermelha característica … e hoje ? como você grava suas músicas ? como você grava seus vídeos ? só a pouco tempo se lançou a Smart-TV que permite gravar as coisas (na memória dela) mesmo assim, com as complicadas sequências que uma dona de casa dificilmente vai decorar. Se quiser grava em um DVD, perai .. daí já é outra história, tem que chamar “o técnico” ou o sobrinho gênio munido de cabos e gravador DVD ou a CPU para acoplar na TV e se a tv não é smart-tv ? então precisa comprar uma placa, bla bla bla bla … a tecnologia simplificou as coisa ? não mesmo !

 

 

Um vídeo de uma senhora reclamando que “pegou virus” no seu Pendrive, então providenciu alcool, cândida para rentar retirar o vírus da casa toda e evitar que contaminasse outras coisas, já atingiu 1 milhão de acessos, é irônico ! todos riem a ignorância da Senhora … eu rio da estupidez do marcado que bagunçou socialmente tudo !  como disse, eu vivi este progresso então posso criticar.

 

 

Antigamente para se gravar uma música, bastava comprar uma fita cassete que custava uns 2 ou 3 reais, la pelos anos 90, e com certeza tudo era gravado certinho, não … não havia vírus para ela, e o máximo de transtorno que tinhamso era de precisar enrolar a fita quando muito velha, sempre foi um método socialmente assimilável, tanto para jovens nerds como para senhoras que não tem conhecimento de informática ( e nem precisaria ter ).

 

Desde que a fita foi aposentada, passamos por 3 opções diferentes, o CD , o DVD e agora o Pendrive, vamos ser francos, os 3 não são tão interessantes quanto a fita, e socialmente bem pouco confortáveis.

 

 

 

 

Das 3 midias apresentada a população, de longe a primeira ( fita cassete ) foi a mais social e confortável, podia se carregar na bolsa, no bolso, na mala, fica jogada num canto qualquer da casa, bastava colocar no leitor e ela fazia o que se esperava dela, se um bebê pegasse para brincar alguns minutos, o maximo que iria conseguir é desmontar, mesmo assim era algo recuperável na fita.

 

A proxima opção foi o CD e o DVD, quando surgiu parecia mesmo algo vindo de outro planeta, poderia se ver as cores do arco iris se colocado sob o sol … mas em pouco tempo, constatamos coisa bem estranhas no CD. Se não tratassemos ele como uma jóia preciosa, perderiamos tudo que tinha gravado, e até hoje existem lendas de como recuperar informações gravadas de um CD / DVD riscado, diversas formulas de  como limpar a camada danificada, etc … parece mesmo que voltamos um nível antes da velha fita cassete. O CD não pode ser carregado na bolsa, a não ser que tenha uma caixa para protegê-lo, mas espere, estas caixas normalmente também são facilmente quebráveis ! Outra coisa, quando tiramos o CD do leitor, dificilmente colocamos na proteção, ele vai para mesa, e vai se misturar com todos trecos da mesa e .. riscar. Se um bebê pegar um CD para brincar, nem precsia falar mais nada … isto é moderno ?

 

O Pendrive, e razão do drama da pobre senhora que pegou vírus é outro ponto questionável ! o pendrive já vem formatada convencionalmente com o velho FAT32, o sistema de arquivo aposentado da Microsft ! além de ser um File System bem fácil de ser danificado, ele traz vários problemas de lentidão de leitura. Já a parte eletrônica do pendrive também é outro ponto que pode dar o que falar, é muito fácil queimar um pendrive ! um pendrive é antes de tudo um equipamento eletrônico, o que não era o CD nem a fita cassete, carregarum pendrive em uma bolsa pode não danific-alo, mas se ouvirmos um “creck”, então poderemos dar adeus as informações Ali.

 

Virus ?

 

Vírus é outro ponto importante, se o Pendrive chegou para substituir a fita cassete , então o mercado deveria ter criado um sistema de arquivo diferente para ele, porque isto ? porque é uma mídia que será ultilizada pelo engenheiro até uma dona de casa que não entende nada de vírus de computador, ela só quer uma mídia para gravar as músicas do Roberto Carlos, é difícil isto ? 

 

Para resumir esta indiferença do mercado com os usuários leigos … procure alguém que tem músicas gravadas em fita-cassete, agora procure alguem que tem músicas gravadas em pendrive mais de um ano … isto já diz tudo.

 

 

 

 

 

 


 

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